Olá a todos vocês. Como vocês estão? Sábado a noite, um tempo ameno, e resolvi arregaçar as mangas, e mandar para vocês um texto antigo. Ele é datado de 11 de agosto de 2011, e muita coisa mudou nesse tempo, mas é legal postar, mesmo assim. Por isso resolvi escrever na integra o texto, como ele está guardado no meu armário, para vocês aproveitarem como ele deve ser aproveitado.
Muita coisa mudou, mas é legal ver o passado. Vou tentar postar textos antigos para vocês, se vocês quiserem que eu realmente poste. Gosto de agradar poucos leitores que eu tenho, afinal, um texto não é feito para a massa, e sim para os que realmente gostarem dele. Realmente gosto do Feedback de vocês, e vamos que vamos nessa jornada fantástica aprender tudo o que devemos saber.
http://www.4shared.com/office/fmpQ55Zwce/Pale_green_Eyes.html
LMN, Droog's Sentence:"O novo mundo pode ser alegre, ou ao menos espero eu isso"
Este Blog já foi símbolo da Revolução Russa, do Golpe Militar de 64, e talvez de algum Anime festival. Hoje ele é uma exposição de textos soltos, a fim de entreter leitores, sem fins lucrativos, apesar de serem aceitas doações. Espero que se sintam em casa, e façam como eu, leia bebendo um café recém passado. Afinal, acomode-se, pois bons textos não devem ser lidos as pressas, e sim apreciados.
sábado, 3 de maio de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Outside the Shankly Gates
Olá a todos. Esse é um texto seco. Pela primeira vez variarei, se essa forma realmente existir, o tema, e escrever um pouco de um devaneio que eu tive. Direto sou indagado no mundo sobre minha paixão no futebol. “Ain Droog, eu não vejo você assim pelo Galo”. “Ain Droog, algumas horas você parece torcer mais pelo Liverpool”. “Ain, esse time tá do outro lado do mundo e nem lembram que você existe”. Tá na cara o que vai ser. Se espera um texto depressivo, um poema, ou um conto erótico, não é disso que se trata. Hoje se trata de uma paixão. Liverpool. A paixão da massa vermelha espalhada pelo Brasil.
Quando eu comecei a acompanhar futebol Europeu, não sei quando começou, mas sei exatamente o jogo marcante. Aquele 3x3 contra o Milan, um jogo tanto quando único. Eu acho que, com minha mente de hoje, com minha paixão, não sobreviveria, coração é fraco, para outro jogo desse. Mas isso é para outro caso. Esse amor foi crescendo de uma maneira estranha. Aos poucos, como uma flor bem cuidada. Reina contra o West Ham, aquele vice da UCL, e até o vice campeonato com El Niño jogando muita bola, e que saudades eu sinto as vezes daquele filho da puta, e um 4x1 sobre o Manchester, e não menos importante, pelo fino do futebol e pelo amor a camisa que o capitão tem, nosso amado Steve Gerrard.
Mas esse não é o detalhe. Quando me vi, estava cercado de grandes amigos, todos unidos pela mesma paixão, mesmo separados pelo país, e os quais alguns eu tive o prazer de conhecer pessoalmente. Citá-los seria um castigo, pois sei que esquecerei de alguns, mas falarei aqui. Se esquecer de alguém, sim, você não é importante o suficiente mesmo, ou só esqueci mesmo, a memória é seletiva, desculpa. Eric, JP, Eliza, Sousa, Farias, Luan, Will, Malt, Bueno, Alisson, Amanda, Arthur, Cibelle, Trombini, Leonardo, Gabizo os cariocas, e mais recentemente até o Presuntinho (não citarei você Tião porque te conheci de maneira diferente). No mais, a Red March sempre linda e unida em torno de um ideal. E se uma declaração de amor a vocês é um tanto quanto gay, gostaria de lembra-los que Gay significa alegre na origem da palavra.
Quando vejo agora, eu transformei um hobby num amor totalmente diferente. Não é só um time. Se me perguntam se eu amo o Galão da Massa, eu o amo, eu sofri como nunca durante aquela final contra o Olimpia, e chorei com o penalti contra o Tijuana, mas gritei de alegria quando o Victor pegou. Mas existe algo de diferente no Liverpool, algo a mais. São amigos, é uma paixão, é algo que não previa acontecer. São pessoas totalmente distantes que se unem por um amor até irracional. Nesse domingo estarei com a TV ligada, mesmo sendo cedo, para assistir nosso time contra o time do Oasis, e falarei em alto e bom som um perderemos, pelo time que sei lá, tem um lugar mais especial no meu caminho, e traduzindo mal feito, pelo menos comigo sei que ele nunca andará sozinho.
LMN, Droog's Sentence:"Now it's glory round the Fields of Anfield Road."
Quando eu comecei a acompanhar futebol Europeu, não sei quando começou, mas sei exatamente o jogo marcante. Aquele 3x3 contra o Milan, um jogo tanto quando único. Eu acho que, com minha mente de hoje, com minha paixão, não sobreviveria, coração é fraco, para outro jogo desse. Mas isso é para outro caso. Esse amor foi crescendo de uma maneira estranha. Aos poucos, como uma flor bem cuidada. Reina contra o West Ham, aquele vice da UCL, e até o vice campeonato com El Niño jogando muita bola, e que saudades eu sinto as vezes daquele filho da puta, e um 4x1 sobre o Manchester, e não menos importante, pelo fino do futebol e pelo amor a camisa que o capitão tem, nosso amado Steve Gerrard.
Mas esse não é o detalhe. Quando me vi, estava cercado de grandes amigos, todos unidos pela mesma paixão, mesmo separados pelo país, e os quais alguns eu tive o prazer de conhecer pessoalmente. Citá-los seria um castigo, pois sei que esquecerei de alguns, mas falarei aqui. Se esquecer de alguém, sim, você não é importante o suficiente mesmo, ou só esqueci mesmo, a memória é seletiva, desculpa. Eric, JP, Eliza, Sousa, Farias, Luan, Will, Malt, Bueno, Alisson, Amanda, Arthur, Cibelle, Trombini, Leonardo, Gabizo os cariocas, e mais recentemente até o Presuntinho (não citarei você Tião porque te conheci de maneira diferente). No mais, a Red March sempre linda e unida em torno de um ideal. E se uma declaração de amor a vocês é um tanto quanto gay, gostaria de lembra-los que Gay significa alegre na origem da palavra.
Quando vejo agora, eu transformei um hobby num amor totalmente diferente. Não é só um time. Se me perguntam se eu amo o Galão da Massa, eu o amo, eu sofri como nunca durante aquela final contra o Olimpia, e chorei com o penalti contra o Tijuana, mas gritei de alegria quando o Victor pegou. Mas existe algo de diferente no Liverpool, algo a mais. São amigos, é uma paixão, é algo que não previa acontecer. São pessoas totalmente distantes que se unem por um amor até irracional. Nesse domingo estarei com a TV ligada, mesmo sendo cedo, para assistir nosso time contra o time do Oasis, e falarei em alto e bom som um perderemos, pelo time que sei lá, tem um lugar mais especial no meu caminho, e traduzindo mal feito, pelo menos comigo sei que ele nunca andará sozinho.
LMN, Droog's Sentence:"Now it's glory round the Fields of Anfield Road."
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Era o passado apenas
Olá a todos. Estou de saída, então serei breve. Estava entediado, peguei mais uma vez meus post its, e fiz meu texto. Meio depressivo (não diga, caro Droog), mas o Staff de LMN agradará vocês que ficaram a toa em casa na sexta. Lembrem-se sempre: Deus está do lado de quem vai vencer.
O sangue voltou a escorrer em nossa mão
O seu beijo já não me deixava feliz
Era o passado apenas
Não.
Futuro.
Ele me assusta, mas eu o amo
Não como você
Ele me deixa feliz
Não sou feliz contigo passado
Era o passado apenas
O Futuro foi bom, o futuro morreu
Ele acabou. Eu não merecia o futuro
Eu não mereço nada
Eu volto para você, mesmo distante
Era o passado apenas
Sem passado, sem futuro
Uma alma viva sem rumo
O que quero? Não sei
Volto para o passado, ele sorri, mesmo que morto e enterrado
Era distante, era feliz.
Era o passado apenas.
LMN, Droog's Sentence:"My pale green eyes"
sábado, 15 de março de 2014
A balada de um homem triste
Olá a todos. Numa noite entediante, faço o que há muito não fazia. Escrever num post it, coisas soltas, e aproveitar. No final, aproveite o melhor, ou sei lá, só jogo no fundo das poesias que não deram certos. Mas nesse caso? Ontem saiu algo até legal, e queria compartilhar com vocês, afinal não deixarei esse blog morrer. De novo.
LMN, Droog's sentence: "Sing a sad song in a lonely place. Try to put a word in for me"
A balada de um homem triste
Sad man
Pense em outra língua
Esqueça suas origens
És só a tristeza seu destino.
Pense numa balada alegre
Numa vida feliz
Num final de tarde contente
Não, ele não te pertence
Aquele ritmo cruel
A nota da sua vida
Os acordes de sua tristeza,
Seu tom de choro
A lágrima gelada é o seu grave
Seu falso sorriso melodia
Sua voz rouca melancolia
Olhos vermelhos, a verdade
A vida são os acordes jogados fora
Sua batida do coração é lenta
A chuva esconde a tristeza
A tristeza envolve a verdade
És a balada de um homem triste
És o lamento de um sonhador
És o final de uma vida
És o início do seu inferno
LMN, Droog's sentence: "Sing a sad song in a lonely place. Try to put a word in for me"
domingo, 2 de março de 2014
I Started a Blog
Olá a todos. Essa velha saudação, que começou a tanto, nem sei quando, está caracterizando meu blog a muito tempo e assim continuará. Se esse Blog morrerá? Um dia talvez, mas direto o revivo, e o deixo vivendo sobre aparelhos. Estava escutando Bee Gees, o que é uma evolução, pois para quem está vivo após doses cavalares de Smiths, Cure e Joy Division escutar I Started a Joke é a coisa mais feliz do mundo. As vezes eu penso nessa música como a minha música.
I started a joke
Which started the whole world crying
But I didn't see
That the joke was on me
Sim, eu me vejo com essa música direto. A melancolia do mundo me atingindo em cheio, e eu tendo de sorrir para reles humanos, humanos felizes que acham ruim outros humanos tristes, e não me vejo no direito de ser triste. Parece confuso, mas apenas é. Vivemos num mundo feliz para sermos feliz, e qualquer pessoa que não quer ser feliz nisso não é feliz. Ma a felicidade é o que? É a alegria, ignorando o quanto a humanidade é hipócrita, fodida, e como somos poeira espacial? Ou como já dito outrora pelo sábio Carl Sagan, somos apenas um pálido ponto azul. Não, não precisamos ser felizes nesse padrão. Falei muito, mas não falei nada. Nada é o que deve ser, tudo é o que não deve ser. Pleno 2014 e temos gente que fala que Direitos Humanos só serve para bandido, temos a Rússia invadindo a Ucrânia como se invadisse seu quintal, temos seres que se acham melhores que outros apenas por lerem Olavos de Carvalho da vida. Temos a hipocrisia humana, em que defendemos que todos somos iguais aos outros, mas quando nos ataca pensamos que alguns não são tão iguais assim. Temos um racismo implantado dentro de nós, temos o ódio fermentando nas nossas veias, e quando temos o amor em nossos corações, perdemos ele, por não saber lidar, deixando apenas o vazio existencial na vida. Não somos nada, e ainda tem gente que acha que nós somos tudo. Somos os piores seres do universo. Mas ainda assim a humanidade tem algo magnífico, que é achar a sua grandeza por fazer a merda de edifícios.
Apenas um pouco de ódio destilado. Agora eu não penso tão pessimista assim da humanidade. Eu tenho esperança nela. Esperança quando vejo uma mãe fazendo de tudo pelo filho. Esperança ao escutar uma bela música, se fazer derramar lágrimas. Esperança ao ver que somos capaz de as vezes amar, mesmo que esse amor um dia se perca. Capacidade de ter amigos, que você pode confiar. Amigos que muitas vezes não passam de bits, que você nunca irá ver pessoalmente, mas a mensagem dele chega mais fiel do que aquele ser humano que só o abraça bem. Somos o animal mais dual do universo. Se somos os piores seres, é porque ao mesmo tempo somos o melhor ser que temos no universo. Se eu comecei a piada, e no final vocês estão rindo de mim, meu objetivo deve ter sido feito. Fiz um humano pensar. Isso no final só pode ser bom.
LMN, Droog's Sentence: "As vezes precisamos tirar o veneno em excesso em nossas presas"
I started a joke
Which started the whole world crying
But I didn't see
That the joke was on me
Sim, eu me vejo com essa música direto. A melancolia do mundo me atingindo em cheio, e eu tendo de sorrir para reles humanos, humanos felizes que acham ruim outros humanos tristes, e não me vejo no direito de ser triste. Parece confuso, mas apenas é. Vivemos num mundo feliz para sermos feliz, e qualquer pessoa que não quer ser feliz nisso não é feliz. Ma a felicidade é o que? É a alegria, ignorando o quanto a humanidade é hipócrita, fodida, e como somos poeira espacial? Ou como já dito outrora pelo sábio Carl Sagan, somos apenas um pálido ponto azul. Não, não precisamos ser felizes nesse padrão. Falei muito, mas não falei nada. Nada é o que deve ser, tudo é o que não deve ser. Pleno 2014 e temos gente que fala que Direitos Humanos só serve para bandido, temos a Rússia invadindo a Ucrânia como se invadisse seu quintal, temos seres que se acham melhores que outros apenas por lerem Olavos de Carvalho da vida. Temos a hipocrisia humana, em que defendemos que todos somos iguais aos outros, mas quando nos ataca pensamos que alguns não são tão iguais assim. Temos um racismo implantado dentro de nós, temos o ódio fermentando nas nossas veias, e quando temos o amor em nossos corações, perdemos ele, por não saber lidar, deixando apenas o vazio existencial na vida. Não somos nada, e ainda tem gente que acha que nós somos tudo. Somos os piores seres do universo. Mas ainda assim a humanidade tem algo magnífico, que é achar a sua grandeza por fazer a merda de edifícios.
Apenas um pouco de ódio destilado. Agora eu não penso tão pessimista assim da humanidade. Eu tenho esperança nela. Esperança quando vejo uma mãe fazendo de tudo pelo filho. Esperança ao escutar uma bela música, se fazer derramar lágrimas. Esperança ao ver que somos capaz de as vezes amar, mesmo que esse amor um dia se perca. Capacidade de ter amigos, que você pode confiar. Amigos que muitas vezes não passam de bits, que você nunca irá ver pessoalmente, mas a mensagem dele chega mais fiel do que aquele ser humano que só o abraça bem. Somos o animal mais dual do universo. Se somos os piores seres, é porque ao mesmo tempo somos o melhor ser que temos no universo. Se eu comecei a piada, e no final vocês estão rindo de mim, meu objetivo deve ter sido feito. Fiz um humano pensar. Isso no final só pode ser bom.
LMN, Droog's Sentence: "As vezes precisamos tirar o veneno em excesso em nossas presas"
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Suicide is Painless?
Olá a todos. Na verdade eu queria começar esse post de uma maneira diferente, mas o motivo de não mudar é que me apego ao passado. Falarei sobre algo tenso, então aviso previamente que estômagos fracos e eleitores da Marina Silva poderiam se afastar, pois hoje entrarei em coisas delicadas. Hoje falarei sobre suicídio, e uns pequenos comentários a respeito.
Então, esse é o começo de uma música de um seriado de comédia que curto muito, chado M*A*S*H. Claro, a letra não demonstra ser de comédia, mas a série é. Até pouco tempo atrás eu pensava que suicídio era a pior coisa que um ser humano poderia fazer. Mas por dois fatores: Perdi duas pessoas importantes para mim (e elevem esse importante ao quadrado) por isso, e não fui bem sucedido em minhas parcas tentativas, e não tinha coragem de continuar adiante. Mas claro, pensamento emocionais, que não me deixam pensar direito. Hoje tenho uma opinião deveras diferente, e por muitas coisas, que não vale a pena citar.
Usando uma brincadeira com uma música do Oasis, que alguém do Twitter me fez lembrar, vou adaptar. O que você faz quando tem uma vida se não existe mais nada na vida que vale a pena? Egoísmo meu pensar que a vida de uma pessoa vale menos do que ela pensa que vale. Na verdade, o valor de uma vida é bem relativo. O valor universal como sagrado que você dá pode não se válido na solidão e tristeza dela. Será que realmente vale a pena deixar uma pessoa sofrer apenas para não sofrer com ela? Seria algo tão valioso assim? Ou deveríamos aceitar a escolha dela, e sofrer um pouco pelo alívio dela nessa penosa vida? Palavras que falei ontem, que suicídio não é covardia, covardia é querer que uma pessoa viva sem motivos para isso. Depois de muito tempo finalmente vejo o suicídio como uma opção viável, e até respeitável para uma escolha. Tem de ter coragem para tirar algo único para sempre, não acham?
Não temam, não sou eu que quero o suicídio, afasto essa idéia de cara. Viver é foda, morrer que é difícil. a vida é muito mais do que imaginamos, e o universo é tão grande para definirmos que suicídio é errado, e viver é certo. Somos um pálido ponto azul até dentre os humanos, e definir o melhor para o outro com nosso pensamento é pior. Não, não é uma escolha que eu tomaria, mas se outro o fizer, pensando bem, eu o respeito, e tá aí algo que não imaginei. Amado suicida, você tem o meu respeito. Agora aproveite o pós vida, pós eu sofrerei por ti na vida, pois acho ela tão... curiosa.
LMN, Droog's sentence:"Quero 10.000 ações da Gestapo!"
"Through early morning fog I see
the visions of the things to be.
The pains that are withheld for me
I realize, and I can see.....
that suicide is painless
it brings on many changes
and I can take of leave it if I please"
Então, esse é o começo de uma música de um seriado de comédia que curto muito, chado M*A*S*H. Claro, a letra não demonstra ser de comédia, mas a série é. Até pouco tempo atrás eu pensava que suicídio era a pior coisa que um ser humano poderia fazer. Mas por dois fatores: Perdi duas pessoas importantes para mim (e elevem esse importante ao quadrado) por isso, e não fui bem sucedido em minhas parcas tentativas, e não tinha coragem de continuar adiante. Mas claro, pensamento emocionais, que não me deixam pensar direito. Hoje tenho uma opinião deveras diferente, e por muitas coisas, que não vale a pena citar.
Usando uma brincadeira com uma música do Oasis, que alguém do Twitter me fez lembrar, vou adaptar. O que você faz quando tem uma vida se não existe mais nada na vida que vale a pena? Egoísmo meu pensar que a vida de uma pessoa vale menos do que ela pensa que vale. Na verdade, o valor de uma vida é bem relativo. O valor universal como sagrado que você dá pode não se válido na solidão e tristeza dela. Será que realmente vale a pena deixar uma pessoa sofrer apenas para não sofrer com ela? Seria algo tão valioso assim? Ou deveríamos aceitar a escolha dela, e sofrer um pouco pelo alívio dela nessa penosa vida? Palavras que falei ontem, que suicídio não é covardia, covardia é querer que uma pessoa viva sem motivos para isso. Depois de muito tempo finalmente vejo o suicídio como uma opção viável, e até respeitável para uma escolha. Tem de ter coragem para tirar algo único para sempre, não acham?
Não temam, não sou eu que quero o suicídio, afasto essa idéia de cara. Viver é foda, morrer que é difícil. a vida é muito mais do que imaginamos, e o universo é tão grande para definirmos que suicídio é errado, e viver é certo. Somos um pálido ponto azul até dentre os humanos, e definir o melhor para o outro com nosso pensamento é pior. Não, não é uma escolha que eu tomaria, mas se outro o fizer, pensando bem, eu o respeito, e tá aí algo que não imaginei. Amado suicida, você tem o meu respeito. Agora aproveite o pós vida, pós eu sofrerei por ti na vida, pois acho ela tão... curiosa.
LMN, Droog's sentence:"Quero 10.000 ações da Gestapo!"
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Por dentro dos Personagens: Artemísia
Olá a todos. Eu queria escrever isso mais vezes, mas não sei colocar em papel tudo as vezes. Mas para comemorar finalmente o termino da primeira versão do meu livro (sim, haverá o link abaixo para vocês) resolvi colocar mais um bônus a todos os leitores. Então, menos mimimi de introdução, e mais material.
Nome completo: Catherine Dubois
Idade: 24 anos
Aniversário: 21 de fevereiro
Local de Nascimento: Caen, França
Poderes: Agilidade, Inteligência, força, e capacidade de manipular o sistema nervoso pelo tato.
Codinome: Artemísia
Ingresso na Ordem: 10 anos
Posição Atual: Adjunta do Chefe de Operações Especiais - Primeira Tenente pelo Estado-Maior em Köln
Gosto Musical: Jazz, anos 60, músicas francesas
Livro favorito: O Senhor das Moscas - William Golding
Esporte Favorito: Futebol
Filme Favorito: American Story X
Hobbys: Sexo, sair, flertar aleatoriamente, ver filmes, praia.
Comentário do Autor a respeito: Enfim, uma surpresa. Quando comecei a escrever era apenas um PoV, o Wolf, mas evoluí. E ela foi uma criação divertida. Na verdade ela só apareceria como personagem ao na metade do ato II, mas tive de coloca-la como tapa buraco para algumas falhas de escrita, e desenvolvi de uma boa maneira. Ela aproxima os dois mundos, um mundo distante de um mundo mais normal. E a origem dela era Grega, mas mudei para francesa, pois até a aparência dela é francesa. Na verdade na função dela tinha quase que buracos, mas eles foram meio preenchidos.
Artemísia é uma rainha grega, e queria colocar ela em algo assim. Ela quer ser poderosa, e ela pode. E ela está ao lado dos poderosos sem tremer, e tem um papel importante. Na verdade ela foi mesmo uma boa surpresa. Algumas coisas tem de ser mais bem trabalhado com ela, como seu background. Mas algumas coisas são preenchimentos futuros, afinal, não posso dar tudo de uma vez.
Encerrando, podemos postar aqui o livro inteiro? Não digo que ele está finalizado, mas o bruto e a história está toda aí. Espero que aproveitem, pois eu estou meio orgulhoso com isso. Que quiser, baixe por esse link: http://www.4shared.com/zip/JuVCeer-ba/Livro.html E quero que vocês palpitem a respeito, e aproveitem mesmo.
LMN, Droog's Sentence: Take me anywhere, drop me anywhere, Liverpool, Leeds or Birmingham, but I don't care!
Nome completo: Catherine Dubois
Idade: 24 anos
Aniversário: 21 de fevereiro
Local de Nascimento: Caen, França
Poderes: Agilidade, Inteligência, força, e capacidade de manipular o sistema nervoso pelo tato.
Codinome: Artemísia
Ingresso na Ordem: 10 anos
Posição Atual: Adjunta do Chefe de Operações Especiais - Primeira Tenente pelo Estado-Maior em Köln
Gosto Musical: Jazz, anos 60, músicas francesas
Livro favorito: O Senhor das Moscas - William Golding
Esporte Favorito: Futebol
Filme Favorito: American Story X
Hobbys: Sexo, sair, flertar aleatoriamente, ver filmes, praia.
Comentário do Autor a respeito: Enfim, uma surpresa. Quando comecei a escrever era apenas um PoV, o Wolf, mas evoluí. E ela foi uma criação divertida. Na verdade ela só apareceria como personagem ao na metade do ato II, mas tive de coloca-la como tapa buraco para algumas falhas de escrita, e desenvolvi de uma boa maneira. Ela aproxima os dois mundos, um mundo distante de um mundo mais normal. E a origem dela era Grega, mas mudei para francesa, pois até a aparência dela é francesa. Na verdade na função dela tinha quase que buracos, mas eles foram meio preenchidos.
Artemísia é uma rainha grega, e queria colocar ela em algo assim. Ela quer ser poderosa, e ela pode. E ela está ao lado dos poderosos sem tremer, e tem um papel importante. Na verdade ela foi mesmo uma boa surpresa. Algumas coisas tem de ser mais bem trabalhado com ela, como seu background. Mas algumas coisas são preenchimentos futuros, afinal, não posso dar tudo de uma vez.
Encerrando, podemos postar aqui o livro inteiro? Não digo que ele está finalizado, mas o bruto e a história está toda aí. Espero que aproveitem, pois eu estou meio orgulhoso com isso. Que quiser, baixe por esse link: http://www.4shared.com/zip/JuVCeer-ba/Livro.html E quero que vocês palpitem a respeito, e aproveitem mesmo.
LMN, Droog's Sentence: Take me anywhere, drop me anywhere, Liverpool, Leeds or Birmingham, but I don't care!
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Apenas um devaneio americano
Olá a todos. Um poema que escrevi num dia aleatório. Ele se passa na minha mente, então não faz tanto sentido, infelizmente. Mas é um bom poema, não sei porque. Deve ser porque me identifiquei com ele. E sim, eu deveria postar mais aqui, mas sempre esqueço. Sabe como é a vida, né?
LMN, Droog's sentence:"Uma boa poesia nunca precisa de uma edição"
Apenas um devaneio americano
Insanidade
Atingida a insanidade
E isso é bom
Nunca fui tão eu
Eu, eu, Bale, Deadpool, Bane
Bancos, narradores, uma flor de lis
E tudo faz parte de um plano mestre
Oasis, Lars, frio, e calor lá fora
Nada faz sentido
Scorsese, Aronofsky, Rudd, assassina
Três palavras, três dias, insanidade
Vale a pena?
Precisamos de um dia novamente
Não poderemos sobreviver
Não queremos continuar
Insanidade
LMN, Droog's sentence:"Uma boa poesia nunca precisa de uma edição"
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Uma longa e tenebrosa...primavera.
Olá a todos. São palavras que não mudaram, essa saudosa saudação. E muita coisa aconteceu nesses meses que nos separam entre as postagens. Resumir tudo? Não é possível. Falar que foi útil, inútil, ou improvável? Talvez. Mas vamos por partes. Queria fazer o que sempre faço, escrever um texto que por falar sobre nada acaba falando sobre tudo, mas não quero isso. Farei o que aprendi recentemente: Uma bela verborragia, como faziam autores lindos que me inspiram.
Meu primeiro ponto será algo que queria me aprofundar futuramente, mas não o farei por saber como o mimimi é clássico: Privacidade, fotos, e tudo o que a internet nos trás. Um tempo atrás me perguntaram o porquê de eu não colocar fotos minhas eu meus avatares, eu colocar fotos minhas diferentes, ou então colocar fotos do Neil Gaiman com um Cthulhu de pelúcia. Essa pergunta, o mais bizarro, foi feito pessoalmente. Sinceramente, a vontade de falar: Olhe meu rosto, você não me conhece? Então, parece que hoje as fotos deixaram de serem algo para recordar momentos, e sim coisas para você exibir numa rede social. E me recuso a fazer isso. Tenho algumas fotos em redes sociais, tanto no Facebook como no finado Orkut, e acho suficiente, não preciso colocar uma foto minha a cada minuto. Não sou galã, e não me interessa tirar fotos a cada segundo. Respeito quem o faz, mas simplesmente ainda gosto de ter meu rosto conhecido apenas por quem me conhece.
O segundo ponto é sobre o radicalismo: Meu radicalismo é contra coisas radicais. Esquerdistas que me chamam de reacionário, reacionários que me chamam de comunistas, feminazis que me chamam de machistas, machistas que me chamam de gay, ecochatos que me chamam de Lúcifer, e por aí vai. Uma pequena palavra não tão usual no meu blog: Vão se foder. A única verdade universal é a inexistência de uma verdade universal, então parem de achar que só vocês no mundo estão certos. Não tenho muito mais a falar, a não ser deixar pequenos versos abaixo, uma nota de rodapé, e um desejo que esse blog volte a ser frequente.
PS: Quem quiser e tiver interessado em ler os capítulos que escrevi, procurem-me, eu disponibilizarei todos os 17 capítulos encerrados com bom gosto, e quem não quiser, fique a vontade de me xingar por não ter gostado, adoro críticas também.
LMN, Droog's Sentence:"Não seja único. Isso é a pior coisa que pode existir nesse mundo repetitivo"
Meu primeiro ponto será algo que queria me aprofundar futuramente, mas não o farei por saber como o mimimi é clássico: Privacidade, fotos, e tudo o que a internet nos trás. Um tempo atrás me perguntaram o porquê de eu não colocar fotos minhas eu meus avatares, eu colocar fotos minhas diferentes, ou então colocar fotos do Neil Gaiman com um Cthulhu de pelúcia. Essa pergunta, o mais bizarro, foi feito pessoalmente. Sinceramente, a vontade de falar: Olhe meu rosto, você não me conhece? Então, parece que hoje as fotos deixaram de serem algo para recordar momentos, e sim coisas para você exibir numa rede social. E me recuso a fazer isso. Tenho algumas fotos em redes sociais, tanto no Facebook como no finado Orkut, e acho suficiente, não preciso colocar uma foto minha a cada minuto. Não sou galã, e não me interessa tirar fotos a cada segundo. Respeito quem o faz, mas simplesmente ainda gosto de ter meu rosto conhecido apenas por quem me conhece.
O segundo ponto é sobre o radicalismo: Meu radicalismo é contra coisas radicais. Esquerdistas que me chamam de reacionário, reacionários que me chamam de comunistas, feminazis que me chamam de machistas, machistas que me chamam de gay, ecochatos que me chamam de Lúcifer, e por aí vai. Uma pequena palavra não tão usual no meu blog: Vão se foder. A única verdade universal é a inexistência de uma verdade universal, então parem de achar que só vocês no mundo estão certos. Não tenho muito mais a falar, a não ser deixar pequenos versos abaixo, uma nota de rodapé, e um desejo que esse blog volte a ser frequente.
PS: Quem quiser e tiver interessado em ler os capítulos que escrevi, procurem-me, eu disponibilizarei todos os 17 capítulos encerrados com bom gosto, e quem não quiser, fique a vontade de me xingar por não ter gostado, adoro críticas também.
LMN, Droog's Sentence:"Não seja único. Isso é a pior coisa que pode existir nesse mundo repetitivo"
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