Olá a todos. É engraçado quando você começa a rir de tudo que está morrendo ao seu lado. Sim, beira o hilário. As flores desbotam, o sorriso vira uma lágrima, e tudo o que você acreditou não existe mais. E isto é sempre freqûente com alguns vecks, quem dirá eu? E apesar que eu sabia desde o início que eu sou de um mundo diferente, e vários me avisaram que não era certo. E o que é para ser, será.
Não adianta, olho para a janela de casa e só vejo prédios, jamais uma ave. Queria ver uma coruja de vez em quando. É estranho o facínio que tenho por aves. Eu adoro vê-las. Sim, eu gosto do seu canto, das suas penas. Mas infelizmente a selva de pedras permitem que apenas aves de rapinas existam, com toda a sua plumagem exibida.
Não vejo mais uma coruja voando. Nunca vi uma, na vida. Minhas imagens de corujas são restritas, como de quase todo animal em nossos dias. Posso caminhar o dia inteiro sem ver um animal que me alegre. E desde quando caminho? Nunca, jamais. Escever que caminho, e mesmo assim não vejo animais.
E a coruja caiu. Ela não esta mais de pé. Assim como tudo que imaginei na minha vida. Infelizmente nada é como a gente queria que fosse. E eu sabia desde o início que eu sou de um mundo diferente, e vários me avisaram que não era certo. E o que é para ser, será.
LMN, Droog's Sentence:"And then a DJ wearing a blazer with a badge ran on and said 'here we go!'"
Este Blog já foi símbolo da Revolução Russa, do Golpe Militar de 64, e talvez de algum Anime festival. Hoje ele é uma exposição de textos soltos, a fim de entreter leitores, sem fins lucrativos, apesar de serem aceitas doações. Espero que se sintam em casa, e façam como eu, leia bebendo um café recém passado. Afinal, acomode-se, pois bons textos não devem ser lidos as pressas, e sim apreciados.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Relatos casuais de um estudante de Direito Ato I
Olá a todos. Primeiro, vocês, leitores, devem estar se pergutando a origem deste nome, e o porquê dele parecer com o título do conto anterior. Simples, ao procurar um nome para este post, achei que este seria legal, por diversos motivos, entre eles um principal: "O objetivo deste post não é chegar a lugar nenhum, mesmo caminhando por todas as areas de conhecimento". Por que isto?
A resposta é mais simples do que parece. Dias, e dias, e dias....Estudo, apenas isto, e perdi as minhas diversões. Não reclamo disto, as vezes posso considerar uma hipótese contrária, que isto as vezes pode ser até bom. Digo, meu fígado agradece. Ou não. Ou sim, mas claro que tudo é relativo. Assim como a boa e velha piada da nossa vida, que se repete vezes e vezes, e continua engraçada. Chaplin estava certo: "A vida é uma comédia quando vista de longe, e uma tragédia quando vista de perto."
Outro relato caual interessante são os comportamentos juvenis de pessoas enquanto grupos sociais. Um antropologista deveria fazer sua tese de mestrado como espião em algum centro de ensino em que poucos se conhecem, e dissertar como aos poucos sempre se formam pequenos grupos, que com o tempo se distanciam um do outro, e sempre foi, sempre será assim. Ou ainda tem alguém que acredita que saberemos o nome de 100 pessoas?
Adoro não ter o que escrever, e lançar coisas aleatórias. É interessante como podemos ser engraçados, didatas, e coisas do tipo, sem um rumo certo, pois a única certeza que temos é que nada certo existe, é tudo uma questão de idade, pois passando desta fase, tanto fez, ou tanto faz, todos esqueceram o que você escreveu, o que você disse, e como você era. Você vai sorrir, vai vestir sua gravata, pegar sua maleta, e dizer em uníssono com tantas pessoas no outro lado do espelho: "Eu já fui jovem, eu já fui inteligente. Hoje eu cresci..."
LMN, Droog's Sentence:"Nada tem sentido, apenas sei que no final tudo tem algum sentido"
A resposta é mais simples do que parece. Dias, e dias, e dias....Estudo, apenas isto, e perdi as minhas diversões. Não reclamo disto, as vezes posso considerar uma hipótese contrária, que isto as vezes pode ser até bom. Digo, meu fígado agradece. Ou não. Ou sim, mas claro que tudo é relativo. Assim como a boa e velha piada da nossa vida, que se repete vezes e vezes, e continua engraçada. Chaplin estava certo: "A vida é uma comédia quando vista de longe, e uma tragédia quando vista de perto."
Outro relato caual interessante são os comportamentos juvenis de pessoas enquanto grupos sociais. Um antropologista deveria fazer sua tese de mestrado como espião em algum centro de ensino em que poucos se conhecem, e dissertar como aos poucos sempre se formam pequenos grupos, que com o tempo se distanciam um do outro, e sempre foi, sempre será assim. Ou ainda tem alguém que acredita que saberemos o nome de 100 pessoas?
Adoro não ter o que escrever, e lançar coisas aleatórias. É interessante como podemos ser engraçados, didatas, e coisas do tipo, sem um rumo certo, pois a única certeza que temos é que nada certo existe, é tudo uma questão de idade, pois passando desta fase, tanto fez, ou tanto faz, todos esqueceram o que você escreveu, o que você disse, e como você era. Você vai sorrir, vai vestir sua gravata, pegar sua maleta, e dizer em uníssono com tantas pessoas no outro lado do espelho: "Eu já fui jovem, eu já fui inteligente. Hoje eu cresci..."
LMN, Droog's Sentence:"Nada tem sentido, apenas sei que no final tudo tem algum sentido"
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Relatos casuais de uma mente suicida
Olá a todos. Na falta de artigos inprodutivos, escrevo aqui mais um relato, conto, ou seja lá como vocês, escassos leitores, o chamam. Aproveitem com muita moderação, pois o Droog escreve cm muito carinho seus textos. E no lugar de carinho escreva falta do que fazer.
"Deixa nesta folha apenas o relato de tudo o que tentei e nunca consegui. Não sou feliz, não sou triste, não sou nada, e não sou tudo. E você, vida, ainda quer fazer um trato? Trato com o quê? O sofrimento? Só pode ser! E no final, ainda escuto uma voz sussurando que sou muito jovem, que tenho de me acalmar...
Talvez meu grande defeito seja mesmo a juventude. Ela parece as vezes como uma longa sinfonia de um acorde apenas, repetido por horas, dias, semanas, meses e anos. Como a solidão ao estar do lado da pessoa que você tanto ama. Mas você a ama agora, e amanhã? Ela esstará com outro, assim como você dedicará seu amor a outra pessoa. Chega a ser irônico como o eterno não dura nada, e o nada dura eternamente.
Ironia, tão doce palavra. E estar sóbrio após um porre homérico, é estar limpo com uma ampola na mão, é amar e matar a mesma pessoa. è caminhar, conversar, sorrir, gargalhar, agradecer a sua vida, e se jogar do alto da maior ponte de todas, e conseguir provar que você estava certo com isto. Certo, por que sempre estamos certos apenas no final? Após anos e anos de incertezas, achamos a resposta certa no final.
És ti, final. Não o temo, apenas o saúdo. Aquele que está para morrer te saúda. E no final eu te amo final. Só você para impor um verdadeiro medo, respeito, amor, ódrio, compaixão, orglho, e até piedade. Tudo ao mesmo tempo. E por saber disto, ironicamente, não posso chegar perto de ti. Perto demais, você perde o seu charme. Longe demais, parece algo amedrontador. Acho que hoje não é o meu dia te encontrar, apenas isto.
Quem sabe amanhã?"
LMN, Droog's Sentence:"Nunca bata no nariz de um urso polar adormecido"
"Deixa nesta folha apenas o relato de tudo o que tentei e nunca consegui. Não sou feliz, não sou triste, não sou nada, e não sou tudo. E você, vida, ainda quer fazer um trato? Trato com o quê? O sofrimento? Só pode ser! E no final, ainda escuto uma voz sussurando que sou muito jovem, que tenho de me acalmar...
Talvez meu grande defeito seja mesmo a juventude. Ela parece as vezes como uma longa sinfonia de um acorde apenas, repetido por horas, dias, semanas, meses e anos. Como a solidão ao estar do lado da pessoa que você tanto ama. Mas você a ama agora, e amanhã? Ela esstará com outro, assim como você dedicará seu amor a outra pessoa. Chega a ser irônico como o eterno não dura nada, e o nada dura eternamente.
Ironia, tão doce palavra. E estar sóbrio após um porre homérico, é estar limpo com uma ampola na mão, é amar e matar a mesma pessoa. è caminhar, conversar, sorrir, gargalhar, agradecer a sua vida, e se jogar do alto da maior ponte de todas, e conseguir provar que você estava certo com isto. Certo, por que sempre estamos certos apenas no final? Após anos e anos de incertezas, achamos a resposta certa no final.
És ti, final. Não o temo, apenas o saúdo. Aquele que está para morrer te saúda. E no final eu te amo final. Só você para impor um verdadeiro medo, respeito, amor, ódrio, compaixão, orglho, e até piedade. Tudo ao mesmo tempo. E por saber disto, ironicamente, não posso chegar perto de ti. Perto demais, você perde o seu charme. Longe demais, parece algo amedrontador. Acho que hoje não é o meu dia te encontrar, apenas isto.
Quem sabe amanhã?"
LMN, Droog's Sentence:"Nunca bata no nariz de um urso polar adormecido"
sábado, 7 de agosto de 2010
Nós
Olá a todos. Esta poesia eu escrevi durante uma das minhas primeiras aulas da faculdade, espero que gostem. Para quem não entender o que escrevo, recomendo me procurarem pessoalmente, eu posso tentar explicar, mas sinceramente não vejo graça em fazer isto '-'
LMN, Droog's Sentence:"O tempo passa, a essência deixada pela pessoa fica como rastro no caminho"
"O que estaria errado?
Nada, apesar do sangue que nos cerca.
Nada, apesar da dor que nos corroí.
Nada, apesar do nosso desmaio.
Onde estavamos?
As crianças morreram, e nós?
Os velhos cresceram, e nós?
Os adultos sofreram, como nós!
Morte, precisamos de você!
Conclua o seu serviço, já não conseguimos respirar...
Não faça isto! Ainda temos alguma esperança...
Não queremos nada, mas também não queremos tudo...
Morra. Viva. Morra. Viva. Morra.
E no final estavamos apenas deitados.
Não estavamos sós, muito menos juntos.
Eu tocava seus lábios, mas você ignorava
É preciso este olhar torto, olhos mortos?
Em seu ombro durmo, e suspiro.
O que acontece? Não sei, e suspiro.
Eu não te amo, nem você me ama. Mas estamos juntos.
Cadê você, Morte?"
Nada, apesar do sangue que nos cerca.
Nada, apesar da dor que nos corroí.
Nada, apesar do nosso desmaio.
Onde estavamos?
As crianças morreram, e nós?
Os velhos cresceram, e nós?
Os adultos sofreram, como nós!
Morte, precisamos de você!
Conclua o seu serviço, já não conseguimos respirar...
Não faça isto! Ainda temos alguma esperança...
Não queremos nada, mas também não queremos tudo...
Morra. Viva. Morra. Viva. Morra.
E no final estavamos apenas deitados.
Não estavamos sós, muito menos juntos.
Eu tocava seus lábios, mas você ignorava
É preciso este olhar torto, olhos mortos?
Em seu ombro durmo, e suspiro.
O que acontece? Não sei, e suspiro.
Eu não te amo, nem você me ama. Mas estamos juntos.
Cadê você, Morte?"
LMN, Droog's Sentence:"O tempo passa, a essência deixada pela pessoa fica como rastro no caminho"
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Money really talks?
Olá a todos. Primeiro, um aviso especial a um amigo comunista meu. O texto veio de uma música que estava escutando do ACϟDC, e não tem cunho capitalista, e/ou comunista, como você queria que eu fosse.Claro que não vou falar que Sammy que é este meu colega =D Enfim, prosigamos, estou nesta manhã/tarde, devido ao facto do tempo em o começo e o fim do artigo ser nas duas partes do dia, quando após chegar de uma pequena compra, coloco para ouvir o bom e velho Rock australiano, leia-se ACϟDC, quando escuto Moneytalks. Para quem não conhece a música, fica o Clipe abaixo.
Okie dokie, prosigamos com o foco inicial. Dinheiro, din din, grana, bufunfa, adjetivos enfim. Infelizmente sim, falar que ele não guia nossas vidas é tão hipócrita quanto falar que o Manchester City é grande. Digo, o que seria da vida sem dinheiro para comprar aquele tão aguardado CD?OK Computer maldito O que seria da vida sem um bom jantar caro? O único problema é quando o dinheiro vem acima de tudo, o que ocorre com certa frequência. Ah, como eu odeio isto, ver pessoas morrendo por dentro em troca de mais algumas notas na carteira.
Sério, nunca coloquei dinheiro acima da felicidade, mas sei que ele é um bom caminho para ela, se bem usado. Sou "feliz" com o dinheiro que tenho. Não é exorbitante, mas consigo viver feliz com ele. Digo, algumas coisas na vida não se compra com dinheiro, entre eles um bom sorriso de uma amizade. Mas claro que um bom rock se escuta com o dinheiro do Show, um bom vinho se paga caro, mas ainda não inventaram um serviço de compania para estes tipos de ocasiões. Claro que existem serviço de compania para sexo, mas garanto que não é a mesma coisa que o sexo não pago.
Tá, no final chegamos a conclusão que a moderação ganha. Aproveite o dinheiro, mas não faça dele seu grande alvo. Não quero ser hippie sem dinheiro, mas não quero ser um terno-man infeliz. E se perguntarem pq demorei tanto tempo para terminar este post, logo respondo. A janela da felicidade estava piscando no meu MSN. Sim, o Droog esta apaixonado, who cares?
LMN, Droog's Sentence:"Odeio ser interrompido. REALMENTE ODEIO SER INTERROMPIDO."
Okie dokie, prosigamos com o foco inicial. Dinheiro, din din, grana, bufunfa, adjetivos enfim. Infelizmente sim, falar que ele não guia nossas vidas é tão hipócrita quanto falar que o Manchester City é grande. Digo, o que seria da vida sem dinheiro para comprar aquele tão aguardado CD?
Sério, nunca coloquei dinheiro acima da felicidade, mas sei que ele é um bom caminho para ela, se bem usado. Sou "feliz" com o dinheiro que tenho. Não é exorbitante, mas consigo viver feliz com ele. Digo, algumas coisas na vida não se compra com dinheiro, entre eles um bom sorriso de uma amizade. Mas claro que um bom rock se escuta com o dinheiro do Show, um bom vinho se paga caro, mas ainda não inventaram um serviço de compania para estes tipos de ocasiões. Claro que existem serviço de compania para sexo, mas garanto que não é a mesma coisa que o sexo não pago.
Tá, no final chegamos a conclusão que a moderação ganha. Aproveite o dinheiro, mas não faça dele seu grande alvo. Não quero ser hippie sem dinheiro, mas não quero ser um terno-man infeliz. E se perguntarem pq demorei tanto tempo para terminar este post, logo respondo. A janela da felicidade estava piscando no meu MSN.
LMN, Droog's Sentence:"Odeio ser interrompido. REALMENTE ODEIO SER INTERROMPIDO."
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Reflexão?
Olá a todos. Vira e mexe eu penso, ao abrir o blog, mesmo que não escreva nada. Cadê o Droog comediante? Simples, aos que fazem esta pergunta. Ele não existe mais. É muito fácil pedir para eu voltar a ser bem humorado aqui, e esquecer de tudo. Sim, eu vou fazer piadas ocasionalmente, mas não vou manter apenas isto no foco.
Falando em piada, eu gosto de morar em Minas. Sim, eu gosto! Voltando de viagem, eu vejo uma siderúrgica, e penso que Minas é um pólo mundial nisto. Alguns estados, como Paraná, no máximo são pólos de prostitutas de luxo =D. Sim, estou meio infame estes dias, mas quem liga? Digo, quem liga para como estou me sentindo? Nem eu ligo, who cares?
Como se ter crises de TPM masculina aqui fossem ajudar em algo. Nunca ajudou, nunca ajudará. Mas se for ver por um lado, a essência do LMN moderno é isto, crises de TPM masculina. Mas enfim, o que seria de eu mesmo se não tentasse me encontrar a cada dia? Será que o conforto de uma identidade é tão bom assim? Se eu tivesse uma identidade fixa, eu não teria aproveitado tanto minha vida, as paixões adolescentes, a grande paixão da minha vida, não teria sorrido acada experiência nova, ou cada experiência velha reciclada.
Eu tinha tudo para não sorrir, mas eu acordo todo dia sorrindo. Eu tinha tudo para enfiar uma bala na minha mente. Mas nunca fiz isto. Nem nunca farei. És ti, vida, meu maior bem? Ou minha coleção de revistas adultas? Ou apenas meu CD do The Wall com impressão invertida? Não sei, nem nunca saberei. Resta para mim deitar, colocar uma garrafa de whisky em meu peito, e falar:"Eu nunca saberei quem sou, e não dou a mínima para isto".
LMN, Droog's Sentence:"Vamos todos brindar com sangue de pessoas inocentes mortas"
Falando em piada, eu gosto de morar em Minas. Sim, eu gosto! Voltando de viagem, eu vejo uma siderúrgica, e penso que Minas é um pólo mundial nisto. Alguns estados, como Paraná, no máximo são pólos de prostitutas de luxo =D. Sim, estou meio infame estes dias, mas quem liga? Digo, quem liga para como estou me sentindo? Nem eu ligo, who cares?
Como se ter crises de TPM masculina aqui fossem ajudar em algo. Nunca ajudou, nunca ajudará. Mas se for ver por um lado, a essência do LMN moderno é isto, crises de TPM masculina. Mas enfim, o que seria de eu mesmo se não tentasse me encontrar a cada dia? Será que o conforto de uma identidade é tão bom assim? Se eu tivesse uma identidade fixa, eu não teria aproveitado tanto minha vida, as paixões adolescentes, a grande paixão da minha vida, não teria sorrido acada experiência nova, ou cada experiência velha reciclada.
Eu tinha tudo para não sorrir, mas eu acordo todo dia sorrindo. Eu tinha tudo para enfiar uma bala na minha mente. Mas nunca fiz isto. Nem nunca farei. És ti, vida, meu maior bem? Ou minha coleção de revistas adultas? Ou apenas meu CD do The Wall com impressão invertida? Não sei, nem nunca saberei. Resta para mim deitar, colocar uma garrafa de whisky em meu peito, e falar:"Eu nunca saberei quem sou, e não dou a mínima para isto".
LMN, Droog's Sentence:"Vamos todos brindar com sangue de pessoas inocentes mortas"
domingo, 18 de julho de 2010
Egocentrismo de uma ova
Olá a todos. Uma questão primero:
Qual o problema de fechar um pouco os olhos para o mundo? Sinceramente, qual é o problema? eu tenho 18 anos, eu não preciso viver a realidade intensamente, apesar de a viver muito. Eu odeio o mundo real, será que você ainda não notaram isto? Como não? O que leva um jovem a escrever num blog que não tem leitores em quantidade? Não é porque ele é normal, meus queridos e escassos leitores.
Agora acalmando-me, e voltando a uma idéia. Sigam um raciocício. O que é uma pessoa que desiste de seus ideais apenas para se tornar afável por pessoas que não tem ideais? Eu penso, e sorrio com muita graça. Eu pelo menos mantenho meus ideais, ou não? Ah, eu tenho medo de quem eu sou, e quantas pessoas tem medo de manter seus ideais, de ser quem és, de viver por si mesmo. Há, maldita vida, e ao mesmo tempo bendita, que nos permite pensar em quem somos, em quem seremos, e no que nos tornaremos.
Eu sempre tive medo de assumir tudo que sou. Se perguntarem medo do que, posso dizer convicto que tenho medo do que os outros falem de mim. Sim, eu tenho um ego a ser alimentado, infelizmente, e queria que todos entendessem isto as vezes. Mas infelizmente eu tenho de deixar de alimentar o meu ego pelos outros, pelo bem dos outros, pela satisfação dos olhos dos outros, em detrimento ao meu.
Anos e anos se passaram e eu ainda não superei isto, mas o que posso eu fazer...Eu sou um adolescente, tenho de viver minha vida, e infelizmente minha vida não agrada a todos, saibam disto. Meus amigos sabem, e se adaptaram, meus reais amigos. Poucos? Sim, poucos. Bons? Não sei, pelo menos por enquanto são bons para mim, o suficiente para ter um ombro com quem chorar, uma risada para dividir, um sorriso para doar. São tantas coisas, e ao mesmo tempo tão poucas para representar quem são, e quem sou, que nem sei exemplificar.
Talvez me lembre do dia que estava sentado, a beira de uma piscina, num eldorado distante. Tudo estava mal para mim, minha vida estava ao ponto de virar um poço sem fim de maldição. Quando ouvi, ao meu lado, de uma pessoa que você pode sempre contar, poucas palavras. "Você pode ser o Droog, mas lembre-se, você não é de ferro. E qualquer coisas, estou aqui." Esta aqui? Não digo isto, você não esta mais aqui, mas pelo menos uma coisa eu sei, eu tenho com quem contar nas horas erradas, e não preciso mendigar por isso. Por isso um abraço a vocês, estou bem ;D Não é o melhor do finais, mas pelo menos tem um final. Ou não?
LMN, Droog's Sentence:"Até mais vecks, e obrigado pelos peixes."
Qual o problema de fechar um pouco os olhos para o mundo? Sinceramente, qual é o problema? eu tenho 18 anos, eu não preciso viver a realidade intensamente, apesar de a viver muito. Eu odeio o mundo real, será que você ainda não notaram isto? Como não? O que leva um jovem a escrever num blog que não tem leitores em quantidade? Não é porque ele é normal, meus queridos e escassos leitores.
Agora acalmando-me, e voltando a uma idéia. Sigam um raciocício. O que é uma pessoa que desiste de seus ideais apenas para se tornar afável por pessoas que não tem ideais? Eu penso, e sorrio com muita graça. Eu pelo menos mantenho meus ideais, ou não? Ah, eu tenho medo de quem eu sou, e quantas pessoas tem medo de manter seus ideais, de ser quem és, de viver por si mesmo. Há, maldita vida, e ao mesmo tempo bendita, que nos permite pensar em quem somos, em quem seremos, e no que nos tornaremos.
Eu sempre tive medo de assumir tudo que sou. Se perguntarem medo do que, posso dizer convicto que tenho medo do que os outros falem de mim. Sim, eu tenho um ego a ser alimentado, infelizmente, e queria que todos entendessem isto as vezes. Mas infelizmente eu tenho de deixar de alimentar o meu ego pelos outros, pelo bem dos outros, pela satisfação dos olhos dos outros, em detrimento ao meu.
Anos e anos se passaram e eu ainda não superei isto, mas o que posso eu fazer...Eu sou um adolescente, tenho de viver minha vida, e infelizmente minha vida não agrada a todos, saibam disto. Meus amigos sabem, e se adaptaram, meus reais amigos. Poucos? Sim, poucos. Bons? Não sei, pelo menos por enquanto são bons para mim, o suficiente para ter um ombro com quem chorar, uma risada para dividir, um sorriso para doar. São tantas coisas, e ao mesmo tempo tão poucas para representar quem são, e quem sou, que nem sei exemplificar.
Talvez me lembre do dia que estava sentado, a beira de uma piscina, num eldorado distante. Tudo estava mal para mim, minha vida estava ao ponto de virar um poço sem fim de maldição. Quando ouvi, ao meu lado, de uma pessoa que você pode sempre contar, poucas palavras. "Você pode ser o Droog, mas lembre-se, você não é de ferro. E qualquer coisas, estou aqui." Esta aqui? Não digo isto, você não esta mais aqui, mas pelo menos uma coisa eu sei, eu tenho com quem contar nas horas erradas, e não preciso mendigar por isso. Por isso um abraço a vocês, estou bem ;D Não é o melhor do finais, mas pelo menos tem um final. Ou não?
LMN, Droog's Sentence:"Até mais vecks, e obrigado pelos peixes."
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Touch Me Part II
Ola a todos. Aí esta a parte final do meu conto. Aos que reclamaram sobre o excesso de periodos, uma coisa. Aceitos críticas tranquilamente. Mas a intenção do texto era esta, de ser um texto lento, beirando o cansativo.
"Ele tinha 10 anos. Sua mãe todo dia estava com um homem diferente. E seu pai nunca voltou. No recreio era apenas ele. Quando não algum outro garoto brincava com ele. Mas raramente ele se divertia. Acabava o recreio e ele sempre olhava o chão de tão perto nas brincadeiras. Ele olhou uma estrela cadente. Ele desejou mudanças.
Ele tinha 16 anos. Ela tinha 15 anos. Ele disse que a amava. Ela disse que o amava. Ele a beijou. Ela o beijou. Eles andaram juntos. Eles caminharam juntos. Eles fizeram amor juntos. Pela primeira vez ele sorriu. A felicidade finalmente chegou a ele. Alguém tinha tocado em seu coração. Eles olhavam as estralas juntos e traçavam metas.
Ele tinha 18 anos. Ela tinha 16 anos. Ele via o tumulo. E chorava todo dia ao ve-lo. Ela estava com ele. Ele sobreviveu. Ela morreu. O motorista bêbado sobreviveu. Ele o matou. Ele nunca mais foi o mesmo. Ele bebeu. Ele fumou. Ele engoliu. Ele injetou. Ele fugiu da vida que levava. Ele percebeu que nunca tinha vivido. Ele sabia que ela era uma estrela agora.
Ele esqueceu que tinha 5 anos. Ele esqueceu que tinha 7 anos. Ele esqueceu que tinha 10 anos. Ele lembrou que tinha 16 anos. Ele lembrou que ela tinha 15 anos. Cada gota, cada grama, cada pílula, cada seringa tocava de uma maneira diferente. Ele não vivia na terra. Ele vivia em seu mundo.
Ele chegou em casa. Sua mãe não lembra mais dele. Seu pai nunca existiu. E ele decide que depois daquele dia ele não existiria também. Ele se lembra de quando tinha 5 anos. Ele se lembra de quando tinha 7 anos. Ele se lembra de quando tinha 10 anos. Ele esquece que ele já teve 16 anos. Ele esquece que ela tinha 16 anos. Ele voltou aos seus 18 anos. Ele tinha que acabar com aquilo.
Ele estava gargalhando. Onde estavam as estrelas que ele tanto sonhou? Ele adormerce. Ele acorda. Seu dia começa novamente. Ele decidiu se matar. Ele não queria uma morte rápida. Ela era uma estrela. Ela se apagou. Ele se apagou. Ele morreu com 18 anos. Nunca mais foi tocado por outra pessoa."
LMN, Droog's Sentence:"See me, Feel Me, Touch Me, Heal Me"
"Ele tinha 10 anos. Sua mãe todo dia estava com um homem diferente. E seu pai nunca voltou. No recreio era apenas ele. Quando não algum outro garoto brincava com ele. Mas raramente ele se divertia. Acabava o recreio e ele sempre olhava o chão de tão perto nas brincadeiras. Ele olhou uma estrela cadente. Ele desejou mudanças.
Ele tinha 16 anos. Ela tinha 15 anos. Ele disse que a amava. Ela disse que o amava. Ele a beijou. Ela o beijou. Eles andaram juntos. Eles caminharam juntos. Eles fizeram amor juntos. Pela primeira vez ele sorriu. A felicidade finalmente chegou a ele. Alguém tinha tocado em seu coração. Eles olhavam as estralas juntos e traçavam metas.
Ele tinha 18 anos. Ela tinha 16 anos. Ele via o tumulo. E chorava todo dia ao ve-lo. Ela estava com ele. Ele sobreviveu. Ela morreu. O motorista bêbado sobreviveu. Ele o matou. Ele nunca mais foi o mesmo. Ele bebeu. Ele fumou. Ele engoliu. Ele injetou. Ele fugiu da vida que levava. Ele percebeu que nunca tinha vivido. Ele sabia que ela era uma estrela agora.
Ele esqueceu que tinha 5 anos. Ele esqueceu que tinha 7 anos. Ele esqueceu que tinha 10 anos. Ele lembrou que tinha 16 anos. Ele lembrou que ela tinha 15 anos. Cada gota, cada grama, cada pílula, cada seringa tocava de uma maneira diferente. Ele não vivia na terra. Ele vivia em seu mundo.
Ele chegou em casa. Sua mãe não lembra mais dele. Seu pai nunca existiu. E ele decide que depois daquele dia ele não existiria também. Ele se lembra de quando tinha 5 anos. Ele se lembra de quando tinha 7 anos. Ele se lembra de quando tinha 10 anos. Ele esquece que ele já teve 16 anos. Ele esquece que ela tinha 16 anos. Ele voltou aos seus 18 anos. Ele tinha que acabar com aquilo.
Ele estava gargalhando. Onde estavam as estrelas que ele tanto sonhou? Ele adormerce. Ele acorda. Seu dia começa novamente. Ele decidiu se matar. Ele não queria uma morte rápida. Ela era uma estrela. Ela se apagou. Ele se apagou. Ele morreu com 18 anos. Nunca mais foi tocado por outra pessoa."
LMN, Droog's Sentence:"See me, Feel Me, Touch Me, Heal Me"
domingo, 4 de julho de 2010
Touch Me Part I
Olá a todos. Uma vez me perguntaram se eu não escrevo em terceira pessoa. Sim, escrevo, mas são poucos e na maioria das vezes são chatos. Procurando o menos pior dos textos, achei este, datado de Julho de 2009. Vou dividir em duas partes, para evitar um post muito longo. Enjoy the Moment:
"Ele já não sabia o próprio nome. Seu sangue ainda estava quente, a ampola caia lentamente no chão. Ela quica três vezes, antes de parar naquele chão que fedia. Era uma mistura de vômito e whisky, era assim que seus dias iriam terminar. Ele ainda tentar caminhar, mas tropeça na corda bamba do destino, e desaba no chão. Alguma coisa sai da sua boca, um liquido vermelho.
Ele não podia saber o motivo daquele tombo já ser previsto. Seu corpo não respondia. Quantos anos tinha aquele corpo? Nem mesmo o próprio sabe. Ele abre um sorriso. Se estira no chão, e grita alto. Dane-se o que os vizinhos vão escutar. Aquele era o seu fim, finalmente. Ele continua a gargalhar, e com muito custo se mexe para olhar para o teto. Onde estavam as estrelas que ele tanto sonhou?
Ele tinha 5 anos. Caminhou rumo ao quarto dos pais. Sua mãe urrava, gritava, nua. Outro homem, que ele nunca viu antes, estava com ela. Ela grita, mas desta vez era diferente: ela corre e bate a porta na cara deste menino. Ele volta a caminhar para o seu quarto, não deveria ter levantado. E volta a deitar.
Ele tinha 7 anos. Seus pais gritavam um com o outro. A mão do seu pai acerta a cara da sua mãe. Ela chora, e caí. Ele a chuta, pega a mala, e vai para o corredor. O garotinho volta correndo para o quarto, e deita na cama. Sim, tinham estrelas naquele quarto, no teto. Seu pai abre a porta, e beija seu rosto, e diz que voltará em breve de viagem.
Ele tinha 10 anos. Sua mãe todo dia estava com um homem diferente. E seu pai nunca voltou"
LMN, Droog's Sentence:"Müller + Seleção Alemã = mitos"
"Ele já não sabia o próprio nome. Seu sangue ainda estava quente, a ampola caia lentamente no chão. Ela quica três vezes, antes de parar naquele chão que fedia. Era uma mistura de vômito e whisky, era assim que seus dias iriam terminar. Ele ainda tentar caminhar, mas tropeça na corda bamba do destino, e desaba no chão. Alguma coisa sai da sua boca, um liquido vermelho.
Ele não podia saber o motivo daquele tombo já ser previsto. Seu corpo não respondia. Quantos anos tinha aquele corpo? Nem mesmo o próprio sabe. Ele abre um sorriso. Se estira no chão, e grita alto. Dane-se o que os vizinhos vão escutar. Aquele era o seu fim, finalmente. Ele continua a gargalhar, e com muito custo se mexe para olhar para o teto. Onde estavam as estrelas que ele tanto sonhou?
Ele tinha 5 anos. Caminhou rumo ao quarto dos pais. Sua mãe urrava, gritava, nua. Outro homem, que ele nunca viu antes, estava com ela. Ela grita, mas desta vez era diferente: ela corre e bate a porta na cara deste menino. Ele volta a caminhar para o seu quarto, não deveria ter levantado. E volta a deitar.
Ele tinha 7 anos. Seus pais gritavam um com o outro. A mão do seu pai acerta a cara da sua mãe. Ela chora, e caí. Ele a chuta, pega a mala, e vai para o corredor. O garotinho volta correndo para o quarto, e deita na cama. Sim, tinham estrelas naquele quarto, no teto. Seu pai abre a porta, e beija seu rosto, e diz que voltará em breve de viagem.
Ele tinha 10 anos. Sua mãe todo dia estava com um homem diferente. E seu pai nunca voltou"
LMN, Droog's Sentence:"Müller + Seleção Alemã = mitos"
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