domingo, 27 de janeiro de 2013

Life fast, die young

Olá a todos. Quando foi a última vez que escrevi algo a vocês? Estou mais dedicado a (lenta) edição do meu livro, e atrasado, como sempre, mas foi um isolamento mental necessário. Em um curto espaço perdi amizades importantes, perdi minha sanidade, a qual monto lentamente como cacos quebrados no chão, e a vida sempre continua. Por que ela insiste, se ela apenas machuca?

Uma pessoa uma vez sorriu para mim e citou Holden Caulfield. Catcher in the Rye, Apanhador no Campo de Centeio. Um bom livro, caros leitores, mas não me lembro da passagem, só lembro que tinha a ver com o que eu era. Ou que talvez eu ainda seja aquele garoto iludido por olhos de esmeraldas e voz de anjo. Ou nada mudou, ou aquilo é uma ilusão criada, destruída por tapas, socos, álcool e ilusões adolescentes de felicidade. E eu mesmo outrora falei que ainda sou um adolescente preso num corpo que insiste em crescer.

Ainda tenho medo de falar do que me angustia. De falar sobre o que amo. De falar sobre o que sinto, e de entender por que as pessoas criam sentimentos por alguém como eu. Ou seja incapaz de entender sentimentos, ou não ser o jovem que sonhava ser. No fundo vivo devagar e morrerei tarde, ao contrário de tudo que nós cinco acreditávamos. Eu sei que fui o covarde, garota, mas acho que foi por uma boa causa. E acreditem. Eu até tento melhorar, só não consigo.


LMN, Droog's Sentence:"Just another loser catcher in the rye"

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Por dentro dos Personagens: Wolf

Olá a todos. Então, recebi muitos elogios (e uma crítica terrível, mas não vem ao caso), e fiquei até contente. Claro, ainda tenho que melhorar muitos detalhes, mas é apenas uma introdução, e muito vem com o livro. Não quero passar spoilers, mas como disse, prometi bônus, extras, coisas para deixar mais a fundo com o universo. E esse será o primeiro bônus. Uma ficha de personagem. Não é Spoiler quando apenas é descrição, etc. Acho legal a interação autor/leitor, e como vocês são meus leitores, merecem apenas um pouco do melhor, e da minha dedicação. Não escrevo para mim, escrevo para outros, o prazer dos outros é minha função social. Pode haver menções a personagens não apresentados, mas relaxem, nada que vá atrapalhar vocês.

Nome completo: Leonardo Sousa Perrioti
Idade: 18 anos
Aniversário: 17 de Julho.
Local de Nascimento: Belo Horizonte
Poderes: Super Força, Alto coeficiente de Regeneração, Velocidade, e Inteligência.
Codinome: Wolf
Ingresso na Ordem: 12 anos
Posição Atual: Recrutado de primeiro nível - forte candidato a ser encaminhado ao estado-Maior.
Gosto Musical: Rock, Música Clássica, Jazz.
Livro favorito: O Apanhador no Campo de Centeio - J.D Sallinger
Esporte Favorito: Futebol
Filme Favorito: The Sound of Music.
Hobbys: Sangue, sair com a namorada, cuidar da irmã, e perder apostas com o Carlos/Logos.

Comentário do Autor a respeito.:"Léo, . Não diria que foi meu primeiro personagem, mas eu o amo. Sua inspiração é simples: Henrique Cordeiro Cruz. Para quem não sabe quem é, é um pseudônimo meu de outras coisas que escrevo (e pretendo publicar também.) Nos primeiros textos, ele era tão frio quanto, mas coloquei uma pessoa passional, sangue quente, para balancear com a Valkyrie.

A princípio ele seria o único PoV dos livros, mas nos Atos 2 e 3 (que seriam as continuações, eu lançarei apenas o ato 1) começo a usar outros personagens. Qualquer semelhança comigo não é coincidência. Não consegui afastá-lo tanto de mim como fiz com os outros, e talvez seja até em alguns casos eu falando ali. Algumas manias são eu ai. Seu temperamento explosivo sou eu. Seu gosto musical sou eu. E o seu gosto por sangue é apenas uma pequena ironia comigo também. Não me orgulho de fazer algo tão perto de mim, mas talvez um protagonista como ele me permite depois desenvolver (e acho que o conseguir fazer) outros personagens, sem nenhum resquício disso.

Por que Wolf? Eu amo lobos, estranhamente. E seu estilo de luta se assemelha a algo bruto, com mordidas e golpes físicos. Uma imagem que sempre me fascinou é a de um lobo solitário uivando para a lua, e uma "fotografia" do livro é o próprio Wolf encarando a Lua pensando."

E assim fico com uma ficha de personagem. E recomendo que mandem perguntas, etc. Nada incentiva mais que o gosto de vocês por algo que escrevo, obrigado.

LMN, Droog's Sentence:"I just love you, bitch"

domingo, 21 de outubro de 2012

A introdução do ano

Olá a todos. Esse texto é bem simples. Uma introdução ao que vem a ser um livro meu. Não será volume único vecks, mas ao menos é um bom começo. Se alguns demoram anos a lançar um livro, por que eu não posso fazer o mesmo?


"A janela entreaberta me permite apenas que eu apoie nela para entrar. Observo os lados e vejo apenas se algum vizinho observava. Era por isto que não gostava de morar em apartamentos, por mais que tenha vivido nela toda minha vida. Nesse mesmo apartamento. E observo atentamente o pôster do I Want You e do Tio Sam em frente a janela. Meu tio tinha me dado durante um desses natais passados, mais especificamente o de 6 anos atrás. Era uma boa companhia, meu Tio Ricardo tinha ido aos EUA e trazido para mim apenas de brincadeira, e essa brincadeira foi levada a sério. Era mais ou menos isso o que eu imaginava. Mas nem ligo, eu gostava daquilo. Ali eu tinha a privacidade e o álibi necessário para sobreviver. Ao terminar de abrir a janela entro no meu quarto, exausto, recebido por um chamado, divino talvez.
Meu ateísmo não permitia que eu pensasse nisso, ao contrário da Letícia, mas ainda assim poderia pensar que era apenas uma sorte, o acaso. Confiro a fechadura, e vejo ainda trancada, junto a um pequeno alarme que improvisei. Não era preciso ser um gênio para projetar aquilo, fora que meus pais confiavam em mim. Meio infantil deles conferir após 11 horas se o filho estudioso estava realmente dormindo. Caso tentassem abrir a porta ou me acordar, o alarme soava em meu relógio, e rapidamente estaria em casa. Nesse tempo, alguns travesseiros e um aparelho que fingia um leve ronco. Ah, como era bom a teoria do Ferris Bueller não aplicada a vida real..
Retiro meu sobretudo e vejo apenas que tinha mais um rasgado nele. Eram tantos que já até perdi a conta, mas ainda assim era legal usá-lo. Tinha sido um presente da Letícia quando fomos a Argentina, não conseguiria abrir mão dele. Ao tirar esse sobretudo, e minha camisa abaixo dele, finalmente percebo como a marca de corte que ele carrega condizia com o corte no meu braço. Mas nem doía tanto, a dor já era algo condizente com minha vida. Além do mais, era um corte superficial, o qual apenas alguns pontos, feitos no canto do quarto, sem nenhum tipo e assistência, eram feitos. Qualquer um com seis meses de treinamento já conseguiria fazer tal medida.
Dor? O que era dor perto de tudo que já senti? Nada mais do que cócegas, e assim eu deveria rir quando tenho dor, pois fui capaz de ser atingido, algo que normalmente não acontece. Era força bruta, era a marreta de todos, a bucha de canhão que apanhava na frente para todos ficarem ilesos.
Fechado o ferimento pego meu punhal, o que seria o troféu da minha primeira grande luta, e percebo o sangue secando. Com minha língua lambo o sangue que ainda restava, como aquilo era bom. Descia suave pela garganta, e eu sei que era meio estranho, mas como era bom aquilo. Sexo, álcool e sangue, eram meus grandes prazeres do dia a dia. Só quem luta, e sente a adrenalina de um combate corpo a corpo para saber o quão delicioso é aquilo. Logo depois bem lentamente levo meu punhal para o banheiro, e com cuidado de não acordar ninguém, limpo o sangue que resta em meu punhal. Aquele líquido vermelho que caí pelo ralo, e machucava ver tamanho desperdício. Acho que sou um pouco viciado em sangue, mas nem vem ao caso nesse dia, claro.
A sorte de morar numa casa grande, e saber a rotina dos meus pais e irmã é que eles nunca perceberiam minha rotina. Afinal, eu até conseguiria prever algum movimento deles antes de me pegarem no flagra. Outro detalhe é que meu quarto é no outro anexo da casa, podendo deixar que eu saia do meu quarto sem as pessoas perceberem. Como as patrulhas vão de 23h as 5h, dificilmente alguém ficaria acordado em casa. Caminho rumo a minha cama, e fico sentado no chão, olhando o relógio de bolso, que ainda marcava de madrugada, mas o sol não demoraria a raiar. Nem sei se conseguiria dormir, afinal, em menos de uma hora teria aula, e essa minha outra vida teria de ser mantida, mesmo que por apenas um pequeno tempo.
Deito, e finalmente aproximo do sono. Eram cinco horas da manhã, e provavelmente a Meister teria chegado à base e assumido o posto dela até a noite, logo fico calmo, pois a minha parte eu tinha feito. Apenas olho meu relógio, e ao ver que não havia perigo apago. Não tinha com o que me preocupar, estava relativamente seguro agora. E a calma que esta sensação trazia consigo o sono, que infelizmente não duraria muito. Amanhã sempre será um novo dia"


Espero que gostem, ou não gostem, enfim. Isso é só uma introdução ao que ainda pode vir. Espero apenas ter agradado vocês, e com o tempo terminar o resto, e poder finalmente falar que fiz e escrevi um livro.



LMN, Droog's Sentence:"A morte é a melhor risada que poderíamos ter"

sábado, 6 de outubro de 2012

Objection, my dear prudence

Olá a todos. Tempos negros são esses que não escrevemos, ou escrevemos apenas para nós. Ou voltamos apenas para nós. Não sabemos o certo o final, mas sabemos que nossas escolhas são erradas. Eu tive uma chance de mudar tudo. Apenas uma chance. E o toque dela em meu corpo foi tão suave, como sempre. E eu disse não. Fui pelo desconhecido, e o desconhecido chegou ao fim. E nem posso reclamar. Eu não tenho coração mesmo.

Vocês ficam com suas morais, seus costumes, seus conceitos de A+B que sempre será C. Eu não ligo, vocês tem direitos. Vocês podem amar, podem desejar serem felizes, e eu. Eu só ficarei no meu canto, como um advogado do diabo fumando antes do seu último caso, antes de encarar o procurador divino. E encarar e falar a voz dos Deuses, seus juízes superiores, e ser acusado de não ter sentimentos. E conseguir se inocentar, pois até parece que você é um deles.

Ser julgado por não ter sentimentos, o oposto do filme que tanto marcou minha vida. Advogo em torno de mim mesmo, e tento me proteger. Ainda posso ser feliz com essas coisas humanas. Ou fingir um sorriso e fingir estar tudo bem. Está tudo bem mesmo, querida?

Tenho medo de pensar que tudo o que sinto ou já senti só passe de uma criação minha para realmente esconder o que sou; Quero acreditar que amo meus amigos, que amo minha família, que amo o Noel Gallagher, que amo aqueles olhos verdes, que eu posso ser uma boa pessoa. E não quero ser a pessoa que usa os outros, que trate um ser humano apenas como um objeto. Não quero. O Droog nunca foi isso. Nunca quero ser. Ou então apenas precisarei ser uma nova pessoa.



LMN, Droog's Sentence:"Our last kiss taste like hope, my sweet murder"

sábado, 1 de setembro de 2012

Esperar não é saber


Passamos a vida toda esperando. Esperamos o ônibus, esperamos na fila do banco, esperamos na porta da boate. Esperamos o colega que sai atrasado, esperamos o lançamento daquele filme, esperamos o dia da entrevista.

Esperamos tudo: o dia do pagamento, o melhor dia para contar aos pais... Esperamos aquele aumento, esperamos o nascimento do garotão, esperamos na recepção do hospital, roendo as unhas de aflição. Esperamos o apito do árbitro, com alegria ou decepção. Esperamos sermos felizes, enquanto a vida escorre por entre nossos dedos, enquanto nos desculpamos dizendo que não temos tempo, não temos dinheiro, precisamos antes resolver aquele problema...

Vivamos o agora, pois o passado e o futuro são ficções. Não nos prendamos às opiniões alheias, nem às represálias dos casmurros: eles se fecham de inveja, pois não conseguiram, eles mesmos, se libertarem da máscara social, essa peça de chumbo revestida de porcelana. Sejamos felizes enquanto é tempo, e não deixemos essa felicidade para depois. Afinal, a nossa hora é agora!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Glória em sua nostalgia, veck?

Olá a todos. Vamos direto ao ponto. Saudosismo. Sim, sou um grande crítico a isso. Já começaram o mimimi, que gosto de bandas e hábitos antigos, que tenho relógio de bolso, mas nem ligarei. Sabe, eu gosto do século XXI. Internet rápida, chance de conhecer amigos pelo Brasil inteiro, bandas desconhecidas do mundo inteiro, remédios, e a chance de poder fingir gostar do passado. Poder ter um blog, sem gastar um centavo a isso. Expor minhas idéias sem medo, e fingir respeitar idéias contrárias (alô pró-cotista, é para vocês [/brinks]) e assim fingir ser feliz com o que vivo, ou finjo viver. A maravilha da tecnologia, aproximando pessoas e as afastando, permitindo que a pessoa faça sexo sem medo de sífilis, e ter uma tuberculose e poder me tratar.

Como diria um grande amigo, eu não gostaria de ser jovem na Inglaterra nos anos 60, pois sei que seria traumatizado por uma guerra, ou por uma perspectiva de não ter futuro. Ou viver nos anos 70 e 80, com o mundo inteiro em depressão, e vendo todas as bases de décadas caindo. Alguém acha que eu teria minha liberdade e pensaria assim na década de 60? Provavelmente eu seria um racista retrógrado sem dinheiro, que apoia a Ditadura, e sendo contra o Divórcio, apoiando a devastação da Amazônia pelo progresso, e casasse cedo e reprimisse todos meus possíveis sonhos, nada muito diferente da realidade.

Não existe a beleza que imaginamos no passado. Existe racismo, guerras, sociedade atrasada. O que vemos são filmes e livros água com açúcar que fingem que mulheres fumando na beira de um café em Paris são sexy. E são, mas é década de 20, só em livros você vai levá-la para a cama antes do casamento. Até concordo que ironicamente acho mulheres fumando com um charme especial, mas só. Esses cafés eram para poucos, enquanto isso a população morria de fome e trabalhava 12 horas por dia.

Tentarei resumir nisso, em falar que apenas o século XXI permite que a pessoa ame o passado, pois a facilidade de achar as perfeições do passado é muito fácil com a Internet. Ah, os anos 60, os doces anos 20, o século XIX e La Belle Époque, e tudo o que perdemos por sermos jovem demais. Perdemos mesmo? Ou estamos apenas tentando esconder nossos fracassos e nossa falta de bom senso em figuras passadas? Ou temos mesmo de fazer a nossa parte? Isso é conosco, e a vida continua.



LMN, Droog's Sentence:"Não podemos perder o que ainda não ganhamos"

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Homo lassus lassus


Há meses não publico aqui no blog. Não publico pois há meses não consigo escrever nada superior a algumas linhas desconexas: pensamentos filosóficos e desesperadores que ferroam minha mente. Qualquer coisa superior a a um parágrafo é sistematicamente tolhida de meus pensamentos... Portanto aqui farei um esforço hercúleo para conseguir - pelo menos - relatar os fatos.

Acontece que o tédio me dominou. Tudo o que escrevo me parece requentado, mastigado e cuspido, completamente clichê e monótono. Acredito – ou melhor, quero acreditar – que estou apenas sofrendo do mal da águia velha: aquela que, para que continue a viver, deve se retirar a um canto reservado e passar pelo doloroso processo de renovação das penas e bico... Pois é. Como disse, prefiro acreditar nisso do que admitir que o pouco dom que me restava me abandonou de vez.

A verdade é essa: Não consigo escrever. Já tentei me inspirar, já tentei me obrigar, mas nada reluz diante dos meus olhos: Tudo se assemelha a algo que já escrevi ou li. Tudo é enfadonhamente previsível.

Já me exauri. Já falei tudo de mim, mas mesmo assim não sei quem eu sou. Não sei nada, e não sei se quero um dia descobrir...

terça-feira, 31 de julho de 2012

C'est la vie

Olá a todos. Faz tempo que não escrevo aqui. Não tenho o que escrever, a sempre desordeira vida comigo me deu uma trégua de maneira permanente. Mas infelizmente, apenas infelizmente, aconteceu algo comigo hoje. Não direi mentiras, não era a pessoa mais próxima de mim, não falava muito com ela, apesar de lembrar particularmente de algumas conversas específicas sobre a tristeza do mundo e de como a vida não é legal como desejávamos que fosse. 


Não tenho muitas palavras ao que falar. Não deveria, afinal, não é algo que se fale. Não é fácil aceitar a verdade, mesmo que tenha sido a apenas pouco tempo que soube. Nunca é fácil. A morte talvez por ser a única coisa certa que temos é a coisa mais difícil de aceitar. E parece doer mais dessa vez. Não porque sou tão próximo da pessoa, por ficar a sensação agora que pouco pude fazer, e que não pude tentar ajudar. Apenas por não saber o que se passava com a pessoa.


Terminarei esse texto com palavras dela, e mais uma vez percebendo a angústia que sempre é a minha escolha, de saber que não existe um lugar melhor. Não existe a luz ao fim do túnel. Mas na esperança que essa tenha sido a decisão certa para ela, e que isso pode a fazer um pouco mais tranquila das coisas desse nosso mundo. Como um DFETA, o mínimo que posso fazer a você agora Nath é esse pequeno texto, e desejar que isso tenha sido a sua melhor escolha, mesmo que parece a pior para nós, que ainda seguimos nesse mundo, lembrando e sofrendo.


"Eu queria poder ter consertado todos os corações partidos do mundo, ter visto todas as dores evaporarem, ter curado os males da humanidade. mas isso não me era possível devido a uma anormal fragilidade que me desfragmentava por dentro e fazia eu me afastar." 




LMN, Droog's Sentence: "Você só percebe a importância de algo após perder algo"

sábado, 23 de junho de 2012

Relatos casuais de um estudante de Direito Ato IV

Olá a todos. Tenho que assumir, estou mesmo um pouco isolado daqui. Não que eu esqueça desse blog, pelo contrário. Como já disse anteriormente, não gosto de escrever coisa meia boca, e se hoje for meia boca, garanto que não será por culpa minha. Sabe, o maior problema de escrever para outras pessoas é que no momento que você libera o assunto, ele já não é mais seu, a interpretação é livre.

Um exemplo claro disso? Vamos supor que eu escreve: "Então os porcos caminharam sobre a Terra, e o meu passado se revelou mais sombrio do que realmente parecia". Claro, pode ter milhões de significados para quem lê, e para mim é apenas uma frase solta que escrevi querendo demonstrar isso. Duvido muito que dois leitores (se é que este blog tenha dois leitores) interpretem da mesma maneira, mas enfim, o que é dado ao público não é mais de posse do autor. Se alguém interpretar de maneira melhor que a minha o meu texto, quem sou eu para afirmar a verdade?

Dê ao povo o que é do povo, e a César o que é de César; Não que eu seja César, muito pelo contrário, quem me dera ter metade do poder e da influência que o César teve. Mas enfim, seria assim a minha vida, ou seria diferente? Só um pequeno devaneio solto. Acho que deveria pensar assim, como seria se eu fosse o maior? E a única coisa que penso: Seria um tédio. Eu não escreveria coisas para pensar nesse blog.




LMN, Droog's Sentence:"It's just pepper in your eyes, veck."